Tenho saudades de quando era criança, tenho saudades de não ter responsabilidade e de não ter preocupação. Nessa altura a única preocupação era se levava a tabuada feita, as cópias feitas, entre outros simples trabalhos de casa, também se se via os desenhos animados às horas certas, pois era nisso em que as conversas entre os amigos se baseavam. Tenho saudades de não ter responsabilidade e poder brincar sem ter qualquer
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Tenho saudades de quando era criança, tenho saudades de não ter responsabilidade e de não ter preocupação. Nessa altura a única preocupação era se levava a tabuada feita, as cópias feitas, entre outros simples trabalhos de casa, também se se via os desenhos animados às horas certas, pois era nisso em que as conversas entre os amigos se baseavam. Tenho saudades de não ter responsabilidade e poder brincar sem ter qualquer
domingo, 11 de julho de 2010
sábado, 10 de julho de 2010
Pintar o Mundo
Abuso é o "uso excessivo do direito que a lei confere".
Será que é?
Mas o Mundo anda triste, anda sem cor, temos de arranjar alguma forma de colorir, temos de dar uma ânimo a esta sociedade que cada vez está mais desanimada com a popular crise, mas considera-se humilde, honrada, simpática, querida, animada mas pobre. Por mais que não seja pobre, têm a personalidade muito em baixo.
O nosso Mundo merece ter cores alegres, cores vivas que dêem uma força de vontade para criar um futuro melhor..
Vamos pintar o Mundo!!
"Memorial do Convento"

Vou começar a ler este livro, estou com receio de não gostar, mas isso é porque a imagem que eu tenho da maioria do jovens é de não gostarem do livro e acharem uma seca. Começo a ler esta noite, depois vou falando sobre o livro.
"Vemo-nos por aí ..."
"Memorial do Convento é um romance histórico conhecido internacionalmente de José Saramago
Nesta obra, Saramago retrata a personalidade do rei D. João V e narra também a vida de vários operarios anônimos que contribuíram na quixotesca construção do Convento de Mafra. Entre esses operários estava também Baltasar, e o romance enfoca, entre outras coisas, seu grande amor por Blimunda, mulher dotada do estranho poder de ver o interior das pessoas. Os dois conhecem um padre, Bartolomeu de Gusmão, que entrou na história como pioneiro da aviação. O trio inicia a construção de um aparelho voador, a Passarola, que sobe em direcção ao Sol, sendo que este atrai as vontades, que estão presas dentro da Passarola. Blimunda, ao ver o interior das pessoas, recolhe as suas vontades, descritas pelo autor como nuvens abertas ou nuvens fechadas.
Após um dos voos da Passarola, Bartolomeu foge para a Espanha, perseguido pela Inquisição. Blimunda e Baltasar vão tratando de esconder e fazer a manutenção à passarola, que estava escondida num monte. Um dia, Baltasar ficou preso à Passarola, enquanto fazia a sua manutenção, e os cabos que impediam esta última de se elevar nos céus rebentaram, e Baltasar foi levado pelos ares. A aeronave despenhou-se e Baltasar foi capturado pela Inquisição por bruxaria. No fim do livro, Blimunda, recolhe a vontade de Baltasar, enquanto este morre, condenado à fogueira"
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